Inauguramos a primeira planta piloto de lignina no Chile

Em um trabalho colaborativo com a Universidade de Concepción e a UDT, colocamos em operação uma nova infraestrutura em Coronel, Chile, para transformar esse componente da madeira em biomateriais de alto valor agregado.

Junto à Unidade de Desenvolvimento Tecnológico (UDT) da Universidade de Concepción, colocamos em operação a primeira planta piloto de produção de lignina do Chile. Essas instalações permitirão escalar a pesquisa desse biomaterial, que representa cerca de 40% da biomassa das árvores, com o objetivo de gerar volumes em escala industrial para realizar testes operacionais, validar aplicações comerciais e acelerar o desenvolvimento de produtos renováveis capazes de substituir progressivamente derivados do petróleo em diversas indústrias.

Nesse sentido, Bibiana Rubini, Gerente de P&D e Bioeconomia da CMPC, afirmou:

"Para a nossa Companhia, essas instalações representam um avanço estratégico ao levar a lignina do laboratório para aplicações industriais concretas. Acreditamos que a melhor forma de avançar é desenvolvendo ciência e inovação em estreita colaboração com as universidades, pois é ali que convergem o conhecimento, o talento e a capacidade de transformar desafios em soluções. Junto à Universidade de Concepción, estamos dando um passo concreto na valorização dos nossos recursos florestais e na substituição de insumos de origem fóssil, impulsionando uma bioeconomia baseada em inovação, desenvolvimento local e trabalho colaborativo".

Por sua vez, Jacqueline Sepúlveda, Reitora da Universidade de Concepción, destacou que:

"É especialmente significativo que uma iniciativa dessa magnitude surja do sul do Chile, para transformar o conhecimento científico em soluções concretas com impacto global".

No cenário global, a lignina vem ganhando espaço com força em setores como construção, agricultura e manufatura avançada. Com esta inauguração, o país dá um passo concreto para se integrar a uma tendência global que, para a nossa Companhia, não apenas reforça o propósito de promover a economia circular, mas também estabelece as bases para gerar conhecimento local e otimizar o uso de recursos renováveis.

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